Por dentro da Ária

23 jun | Audio

A ciência por trás do baixo

Não são raras as oportunidades onde baixo é protagonista de uma banda (Rush, The Police, Thin Lizzy, Motorhead) mas o instrumento muitas vezes perde na atenção para a guitarra e seus solos. Um leigo até não sabe qual a função daquela “guitarra maior e poucas cordas”. Estudos anteriores já mostraram que é mais fácil para as pessoas assimilarem e lembrarem de sons agudos, mas a ciência agora está ajudando a acabar com protagonismo solitário dos agudos.

Um estudo feito na McMaster University em Hamilton, no Canadá, mostra que os sons de baixa frequências são fundamentais para a percepção de tempo musical, o que já era, por instinto, consenso entre músicos e especialistas. Liderado pela psicóloga Laurel Trainor, a pesquisa explica por que, na música de muitas culturas o ritmo é carregado por instrumentos baixos enquanto a melodia tende a ser tomada pelo mais som mais agudi. Isto é verdadeiro tanto para a música clássica, indiana ou indonésia como para um conjunto de jazz ou rock.

Há uma base psicológica para fazermos música da forma que fazemos. Virtualmente, todas as pessoas responderão melhor à batida quando ela é conduzida por instrumentos de frequência inferior.
Laurel Trainor

A pesquisa foi desenvolvida através da técnica da eletroencefalografia (EEG) – sensores elétricos aplicada do no couro cabeludo para monitorar atividades cerebrais – em pessoas ouvindo toques de duas notas distintas em piano, uma grave outra aguda, com intervalos de tempo iguais. Ocasionalmente uma das duas notas era tocada 50 milissegundos fora do tempo.

Na análise dos EEG foi constatado que os participantes percebiam mais facilmente quando a nota grave era tocada fora do tempo. Os pesquisadores também mediram a habilidade dos participantes em ajustar suas batidas de dedo ritmadas às notas tocadas, que foi significamente melhor para notas mais graves.

Foi constatado que o sinal do nervo auditivo no ouvido responde melhor à uma nota grave do que uma nota aguda. A equipe sugere que essas diferenças são percebidas já em uma fase bastante precoce do processamento cognitivo. As pessoas também podem sentir a ressonância em seus corpos em notas mais graves das que as usadas no teste, ajudando-nos a manter o ritmo. Por exemplo, quando os surdos dançam, eles podem aumentar o grave baixo e tocar muito alto, de modo que “eles podem literalmente” sentir a batida “através da ressonância baseada em torso”.

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Sabia Mais:
http://www.npr.org/sections/health-shots/2015/12/19/460191654/the-neuroscience-of-musical-perception-bass-guitars-and-drake?

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